Fabricar ciclomotores também era um risco, sobretudo para quem não tinha qualquer experiência nesse campo. Mas a empresa decidiu apostar no caminho apontado por seus estadistas, que garantiam haver no Japão um amplo mercado potencial para veículos de transporte individual econômico. Apostou e ganhou: em 1952, a Suzuki lançava sua primeira bicicleta motorizada denominada "Power Free". Este veículo, era uma bicicleta com um motor de dois-tempos de 36cc acoplado. Tornou-se muito popular e foi muito bem sucedido. Em 1953 a capacidade do motor foi aumentada para 58cc no modelo "Diamond Free" que alcançou extraordinário êxito de vendas.
Motos
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
motos
domingo, 25 de julho de 2010
Ducati - O puro estilo italiano
1935- A empresa muda-se para um complexo extremamente moderno no centro de Bolonha. A indústria Ducati começou a extensão no estrangeiro. Abriram filiais em Londres, Paris, Nova Iorque, Sydney e Caracas. Asseguraram serviço direto e assistência à clientela nos grandes mercados mundiais.
1944 - A II Grande Guerra foi muito dura para a Ducati. As fábricas Borgo Panigale foram destruídas. Mas os irmãos Ducati não baixaram os braços. Durante a guerra estudaram e planejaram novos produtos e a introdução nos mercados no fim dos conflitos.
1946 - Em Setembro, na feira de Milão foi apresentado o motor auxiliar de bicicletas que se tornou o mais famoso do mundo: o Cucciolo. Em pouco tempo o Cucciolo transformou-se numa moto em miniatura. Graças ao seu sucesso, a Ducati afirmou-se no setor mecânico.
1954 - Chegou à Ducati aquele que seria um dos mitos do mundo do motociclismo: o engenheiro Fabio Taglioni. Professor em Imola, Taglioni já tinha construído motos de caráter técnico original e de uma performance assombrosa. O design Taglioni, avant-guarde e não conformista foi batizado nas corridas. Ao estrear-se na Ducati, o engenheiro tentou provar a qualidade das suas soluções. Participou em corridas de longa distância como a de Milão-Tarranto.
1956 - A Ducati produziu um modelo Tourist (110 km/h), um Special (120 km/h) e um Sport (135 km/h ).
1957 - No salão de Milão, a Ducati apresentou os três modelos, referidos anteriormente, e o modelo "América".
1958 - Produziu-se a "Elite" de 200 cc. Este ano marcou o triunfo do sistema desmodrónico que Taglioni estava desenvolvendo desde 1955. O projeto resultou na famosa Twin-cilinder de 250 cc, encomendada pelo piloto inglês Mike Hailwood. O inglês pediu especificamente uma máquina de performance superior.
1968 - A Ducati enfeitiçou os aficionados do mundo de duas rodas com a 450 Mark 3D. Foi o primeiro modelo com distribuição desmodrónica e ultrapassava os 170 km/h.
1972 - Depois do sucesso das Scramblers no mercado americano no início dos anos 60, a Ducati aplicou a mesma fórmula ao mercado italiano, e obteve sucesso. O fim dos anos 60 coincidiu com o sucesso das maxibikes. Mais uma vez foi Taglioni que detinha a fórmula do sucesso. Em Abril, na corrida Imola 200 Miglia os pilotos Paul Smart e Bruno Spaggiari correram com a nova desmodrónica 750. Ficaram em 1º e 2º lugar. Nasceu a 750 Super Sport.
1978 - Mike Hailwood que cresceu com os modelos da Ducati volta a correr no Isle of Man Tourist Trophy, deixando estupefatos os fãns com a vitória na montanha. A moto era a Super Sport com 900 cc. Em reconhecimento a Ducati lançou a edição limitada 900 SS Mike Hailwood Replica
1983 - A Ducati foi comprada por Claudio e Gianfranco Castiglioni e passou a fazer parte do grupo Cagiva. Ficou nas mãos de dois grandes fãns de motos e competições que, juntos, levaram a Ducati aos triunfos da era de Superbike.
1988 - A Ducati expandiu-se no mercado de motociclismo. Apostou em novos modelos, aumentou a produção e intensificou o compromisso nas competições.
1993- O argentino Miguel Galuzzi concebeu a Monster. Surgiu uma Ducati com um caráter muito singular, despida de acessórios dispensáveis. Rapidamente este modelo se tornou uma lenda.
1994 - Nasceu a 916. A tecnologia, o estilo, a performance e a simetria chegaram ao auge. Mais uma vez foi criado o equilíbrio perfeito entre a forma e a função, lógica e emoção. A 916 foi nomeada a moto do ano pelas mais prestigiadas revistas do setor. Na mesma altura surgiu a Supermono.
1995- Apesar da inovação e dos sucessos nas competições, a Ducati entrou numa grave crise financeira. Os fundos da empresa foram drenados pelas outras companhias do grupo Castiglioni.
1997-1999 - A nova gerência em conjunto com a antiga equipe de engenheiros levaram novamente a Ducati ao sucesso. O grande modelo desta altura foi, sem dúvida, a Monster Dark. Tornou-se a moto mais vendida na Itália na altura. Em Março de 1999 a Ducati Motor Holding entra na Bolsa de Valores de Nova Iorque e de Milão.
2000- A MH900e torna-se a primeira moto a ser vendida exclusivamente pela net. Alguns meses após o início do ano, os entusiastas já tinham nomeado o modelo concebido por Pierre Terblanche como uma homenagem a Mike Hailwood. A Ducati baseia-se no sucesso da MH900e e funda a Ducati.com. É uma subsidiária independente que levará os sucessos da Ducati ao mundo cibernético.
História da Moto BSA (Birmingham Small Arms)
A BSA teve o seu início como fabricante de armas em 1854, numa associação de 14 fabricantes de fuzis de Birmingham que se associaram para vender armas na guerra da Criméia Em 1861 eles decidiram formar uma companhia chamada (Birmingham Small Arms) com sede em Small Heath.
Por volta de 1880 o mercado de armas declinou e a BSA começou a fabricar bicicletas e triciclos, apoiada na sua tradição de qualidade na fabricação de armas e aproveitando a expansão da venda desses veículos após a introdução dos pneus com câmara.
Primeira BSA
Esta foi em seguida substituída pelos modelos de "flat tank" (tanque chato) que permaneceram em linha de 1914 a 1930, dos quais os mais famosos foram o modelo "K" com transmissão primária de corrente e secundária por cinto e o "H" que utilizava corrente nas duas transmissões.

"H" "K"
"H" "K"
Em 1928 foi feita uma tentativa frustrada de lançamento do modelo A30 com motor de 2T que durou somente até 1930. .

Sucesso fez o lançamento em 1930 dos modelos "B" de 250cc e 350cc e os "S" de 500cc, linha de monocilíndricas com válvula lateral, sugeridos para trabalho e de longa durabilidade e os de válvula na cabeça mais esportivos.


250cc SV 250cc OHV
Sucesso fez o lançamento em 1930 dos modelos "B" de 250cc e 350cc e os "S" de 500cc, linha de monocilíndricas com válvula lateral, sugeridos para trabalho e de longa durabilidade e os de válvula na cabeça mais esportivos.
250cc SV 250cc OHV
É deste período uma das maiores e mais ousada jogadas do mundo motociclístico de todos os tempos, a contratação de Val Page. Page que havia iniciado sua carreira na Ariel, transferindo-se depois para a Triumph e finalmente para a BSA. Na BSA projetou o grupo M de modelos equipados com motores de válvulas laterais lançando em 1937 a inigualável Empire Star M23, em 350cc e em 500cc. Em 1936 foram lançados os modelos de 250cc C10 de válvula lateral e o C11 de válvula na cabeça, que ficaram famosos por sua resistência e durabilidade, ficando em linha até 1954.
Empire Star M23 500 cc ano 1937 C11 1951
Em 1946 foram relançadas as B31, agora com garfo telescópico mostrando o que poderia vir em termos de inovações no após guerra.

B31 1949 B31 1952
B31 1949 B31 1952
O ano de 1947 presenciou a introdução da Bantam, um dos maiores sucessos de venda da BSA. Era um um motor de 2 tempos com uma pequena capacidade de 125cc, cópia da DKW RT125 de antes da guerra cujos planos foram adquiridos como espólio dos vencedores. Em 1950 foi oferecido o modelo D1 com suspensão de pino oscilante como uma opção que foi mantida em produção até 1963. Em 1954 foi introduzido o modelo D3 com 148cc que ficou em produção até 1957. Em 1956 foi lançado o modelo D3 com quadro elástico. Em 1958, começou a produção do modelo D5 com 173cc. Em 1971 foi fabricada a última Bantam (175cc).

D1 Bantam < big> 125cc
D1 Bantam < big> 125cc
Em 1949, após 4 anos de desenvolvimento com modelos de competição feitos a partir do motor da B31 de 1945, foram lançados dois modelos de Goldstar : o 350cc B32 e o 500cc B34 . A partir de 1953 as Goldstar saiam com quadro elástico.

As motos eram oferecidas com opção de 4 modelos de comando, três opções de engrenagens de marcha, 4 taxas de compressão e uma variedade de tanques, guidons e escapamentos, sempre com o característico cabeçote de alumínio.
A BSA também tinha um modelo “Vertical Twin” (motor de dois cilindros em paralelo) que fez história ao lado da Triumph pelo desempenho, confiabilidade e simplicidade. Este modelo tinha inegavelmente o toque mágico de Val Page, apesar de ter sido um design de outro mestre dos projetos: Bert Hopwood. A produção das big Twins teve início em 1946 com o modelo A7. Logo após Hopwood projetou outro sucesso de vendas, a A10 Golden Flash com 650cc e em 1950 e redesenhou a A7 500cc chamando-a de Star Twin, com a qual venceu o Maudes Trophy em 1952 pela excepcional resistência durante a corrida.
Essas bicilíndricas foram substituídas em 1962 pelos modelos A50 e a A65 com motor monocasco (unit) com caixa de marchas e motor em uma única peça. A A50 teve vários nomes, incluindo o de Royal Star.
Continuando sua escalada monopolista, a BSA comprou a fábrica de motocicletas da Triumph em 1951 tornando-se na época a maior fábrica de motocicletas do mundo,
Em 1959 o modelo C15 de 250cc se tornou o primeiro modelo de 4 tempos a ter a caixa de marcha e o motor feitos em uma única peça (unit). A introdução de testes para a concessão de habilitação permitia aos aprendizes somente a pilotagem de modelos até 250cc, o que explica o grande sucesso deste modelo entre os jovens.
Durante os anos 60, a companhia acompanhava as inovações tecnológicas lentamente o que conjugado com a má administração levou a empresa a alguns fracassos célebres como o scooter Dandy de 70cc, os ciclomotores Beagle de 75cc e os triciclos Ariel-3. Os lucros despencaram de uma altura de 9 milhões de Libras para uns poucos milhares, para depois a empresa começar a apresentar prejuízos.

Dandy 1957 Beagle 1961
Dandy 1957 Beagle 1961
Dando continuidade ao sucesso das Goldstar nas competições de trail, os modelos Victor, o 25SS, 50SS e o 50MX (cross) foram lançados em 1970.
Ainda no mesmo ano de 1970 a BSA teve um colapso financeiro e foi comprada pela Norton (cujo proprietário era a indústria de Manganês e Bronze), que a absorveu no grupo Norton-Villiers-Triumph em 1971. O nome da marca foi finalmente abandonado em 1973.
Os direitos ingleses à marca BSA foram adquiridos pela família canadense Aquilini. A BSA co. foi vendida para uma companhia americana (Bill Colquhuon’s BSA Co.) que usou o nome para as motocicletas militares de motores rotativos e em um grupo gerador Bushman para países em desenvolvimento.
Em 1991, Andover Norton e o grupo BSA se uniram para formar a BSA Regal, e lançar um modelo de Gold Star, montado a partir de um motor Yamaha – a SR400 – num quadro tipicamente esportivo estilizado nos anos 50.
Fonte: http://www.motosantigas.com.br
História da Bimota
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História Aprilia
>>> As características mais marcantes da Aprilia são o gênio, a paixão, e a fé que Ivano Beggio compartilhava com os colaboradores mais próximos. Um espírito que marcou a equipe desde as primeiras motos manufaturadas, no final dos anos 60, em que cada peça foi montada com o coração, até aos dias de hoje, em que a companhia fez mais uma aquisição: a Moto Guzzi.
>>>Em 1977 Ivan Alborghetti era um Valentino Rossi, que trouxe a vitória à Aprilia nas categorias dos 125 cc e 250 cc. Vitórias essas que provocaram um «boom» na produção de réplicas. Depois do campeonato italiano seguiu-se o campeonato do Mundo com Corado Maddii nos 125 cc e o japonês Torao Suzuki. No entretanto, a companhia lançou-se em outro sector muito satisfatório: o trial.
>>> Sempre fiel ao espírito cerne da companhia, as participações esportivas estenderam-se para solos africanos em raids como o Pharaoh e o Dakar. Em 1985 a aventura em velocidade começou com Loris Reggiani. que ganhou o primeiro Grande Premio nos 250 cc com a AF1. A Aprilia estava a conquistar a cena internacional graças às características inovadoras, imagem e flexibilidade.
HISTÓRIA DA AMAZONAS
Conhecida também como "MOTOVOLKS"
Amazonas 1987 - Um dos últimos 'MOTOSSAUROS"
A idéia de se construir uma motocicleta com motor VW, não foi exatamente iniciada com a Amazonas. No início dos anos 70, os mecânicos Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston, construíram uma máquina de 330 quilos com motor VW a ar de 1500 cc, cujo volante do motor fora aliviado, pois a moto, inicialmente, tinha a tendência de inclinar-se quando acelerada.
O câmbio também era da marca alemã, tendo a marcha-a-ré em alavanca à parte, a fim de não confundi-la com as outras marchas, que eram acionadas pelo pé esquerdo, como em qualquer outra moto. A suspensão traseira tinha duas molas auxiliares, paralelas às originais e, na dianteira, contava com dois amortecedores de direção do fusca, que foram colocados lateralmente aos telescópicos dianteiros, enquanto o sistema de freios era composto por dois discos do Ford Corcel na frente e apenas um atrás, com pinças de VW Variant, sendo usado o cilindro mestre do Fusca.
A estrutura foi feita com pedaços dos quadros de uma Harley e de uma Indian 1200 de 1950, enquanto a parte inferior foi construída artesanalmente e, incrível, foi aprovada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP.
Posteriormente, para a fabricação do protótipo, que ostentava detalhes como o painel do Chrysler Esplanada e tanque em forma de caixão, os dois amigos instalaram uma oficina em São Paulo, na Av. Dr. Salomão Vasconcelos 668, e construíram mais três Motovolks, cujo paradeiro é, hoje, desconhecido.

Reportagem de época da revista "Duas Rodas"
Reportagem de época da revista "Duas Rodas"
Mas a história não termina aqui. Um grupo de São Paulo, a FERREIRA RODRIGUES, interessou-se pelo projeto dos mecânicos, então nasceu, em 1978, a lendária AMAZONAS, única moto com marcha-a-ré, que foi considerada na época, a maior motocicleta do mundo. Foi a maior febre em todo o Brasil, pois nesta época, não havia importação de motos no Brasil, e tínhamos de conformar-nos com algumas motos nacionais de baixa cilindrada.
Deste modo, surgiu a "Amazonas Motocicletas Especiais - AME", empresa fundada em 15 de agosto de 1978, no bairro da Penha (SP). A produção dos modelos da marca iniciou-se, entretanto, apenas trinta e dois dias depois da criação da AME, que começou a construir os modelos Turismo Luxo, Esporte Luxo e Militar Luxo. A moto era uma verdadeira salada de peças de carros da época, com peças de Corcel, Fusca, Caminhão Mercedes 608, Puma e Ford.
Era uma moto superdimensionada e, por isso, era muito forte e durável, coisa não muito comum nos dias de hoje... Tanto que ainda é muito comum nestes dias, ver-se uma Amazonas com várias peças originais, em perfeito estado de conservação. Ela teve até um modelo a álcool, em 1978. Este modelo dispunha de carenagens integrais do motor, para mantê-lo em temperaturas mais elevadas. A Amazonas foi exportada para várias partes do mundo, inclusive para o Japão. Foram feitas diversas modificações durante sua existência, inclusive no chassis, suspensões, estética e motorizações, até sua total extinção, em outubro de 1988, sendo que cinco ou seis motos ainda foram montadas no ano seguinte, marcando assim, o fim do MOTOSSAURO.
Para se ter uma idéia, a Amazonas custava o equivalente a seis Hondas CG125, na época em que ela era fabricada (pesquisa feita pela revista moto show em 15 de abril de 1983). Nos dias de hoje, encontrar uma Amazonas original não é tarefa das mais fáceis, pois ao longo dos anos, seus proprietários fizeram várias modificações, tanto na estética como na mecanização. Existem hoje, Amazonas com injeção eletrônica de combustível. As pessoas que elaboraram a Amazonas, iriam ficar boquiabertas, ao ver estas motos ainda rodando (Fonte desta matéria e pesquisa, Revistas DUAS RODAS, MOTO TÉCNICA, MOTO SHOW).
Você sabia ?
Que a Amazonas Motocicletas Especiais, também produziu e exportou réplicas do clássico PORSHE 550 SPYDER, sendo que um exemplar continua rodando no Brasil ?
Que a Amazonas Motocicletas Especiais, também produziu e exportou réplicas do clássico PORSHE 550 SPYDER, sendo que um exemplar continua rodando no Brasil ?
Depois de "criar" a Motovolks, que deu origem à Amazonas 1600, o mecânico e seu sócio resolveram fazer um novo modelo, sempre utilizando motor VW, porém com transmissão por eixo cardã. O resultado foi a BRASIL 1.600, que (NOTICIA DA ÉPOCA) "deverá entrar em breve em produção". Luiz Antonio acaba desligando-se do grupo FERREIRA rodrigues (AME AMAZONAS MOTOCICLETAS ESPECIAIS) e associando-se a Jacinto Del Vecchio, e, juntos, fundam a Técnica Paulista de Motos e Acessórios Fora de Estrada Ltda (TEPAMA). Com esta associação nasceu a BRASIL 1600. "A nossa idéia - conta Luis Antonio- foi fazer uma moto diferente do que já tinha sito apresentado até agora, uma moto mais moderna. Os modelos anteriores com mecânica VW são duros e têm problemas com excesso de peso, na Brasil diminuímos esse peso, fizemos um quadro elástico com uma balança traseira e criamos um sistema de freios mais racional, além disso, reduzimos suas dimensões para que pessoas com menor porte físico pudessem dirigi-la".
Reportagem de época da revista "Duas Rodas"
Para financiar o projeto, tanto Luiz Antonio como Jacinto, tiveram de desfazer-se de vários bens pessoais, e, com isso, puderam fazer o protótipo, contratando o serviço de terceiros apenas para as fundições e fresas. Terminada a esta fase do projeto, começarão a fazer contatos com empresários e caso seja fechado um negocio, a Brasil entrará em produção, com os modelos prontos dentro de quatro meses. (Relatos colhidos por JHFPORTO na época em que estas notícias eram divulgadas - "Impressões que tive ao ver a Brasil na época de seu lançamento" - José Horácio F. PORTO). -"Ela era uma moto muito bonita, grandalhona e inovadora, porque tinha transmissão por cardã, suspensão ceriane e outros detalhes bem atípicos do modelo, era novidade mas não saiu do projeto, porque ela acabou tornando-se a Kahena". A empresa Tepama, virou Tecpama, Técnica Paulista de Máquinas, e a BRASIL tornou-se KAHENA, moto moderna, bonita, mas com um grave defeito, uma mistura de estilos (sem estilo próprio), tendo sido uma moto que competiu com as importadas. A Amazonas tem um carisma muito grande e a Brasil e Kahena não conseguiu igualar-se a ela, embora a Kahena seja uma moto razoavelmente boa, estradeira, de baixa manutenção e razoavelmente forte, (relatos da imprensa na época).
KAHENA ST-1600
Conheça a maior moto nacional, com motor VW 1600 cc, exportada para o Japão e Europa. O primeiro contato com a Kahena "ASSUSTA". Seu porte grandalhão dá a impressão que somente um super atleta pode dominá-la. São 320kg. Felizmente, esta impressão logo se desfaz no momento de se posicionar sobre o banco. Apesar do estilo "touring sport", que lembra o desenho da Kawasaki ninja ZX-11, o guidon tem formato largo e alto, tornando a posição de pilotar bem próxima de uma custom. Perguntas mais freqüentes: 1) O motor é de fusca? resp: mais ou menos, porque parte do motor é alterada para receber um novo câmbio e um volante menor; 2) É difícil de de pilotar ? resp: não, ao contrário, com o centro de gravidade mais baixo em relação a uma moto comum, torna-se fácil de se equilibrar, mesmo em baixa velocidade; 3) tem marcha-a ré ? resp: sim, ajuda muito para estacionar: 4) Se cair ao chão, como fazer ? resp: se for parada, não há problema, pois ela não chega a deitar totalmente, ficando apoiada no protetor do motor, basta um empurrão para que ela volte à posição em pé: 5) Corre muito ? resp: na versão de 90cv, beira os 190km/h de velocidade máxima. A Kahena saiu três modelos 1) SS 1600 2) ST 1600 3) KAHENA CUSTOM 1600.
TMA - 1600 Renasce o Mito !
Reportagem de época da revista "Duas Rodas"
Para financiar o projeto, tanto Luiz Antonio como Jacinto, tiveram de desfazer-se de vários bens pessoais, e, com isso, puderam fazer o protótipo, contratando o serviço de terceiros apenas para as fundições e fresas. Terminada a esta fase do projeto, começarão a fazer contatos com empresários e caso seja fechado um negocio, a Brasil entrará em produção, com os modelos prontos dentro de quatro meses. (Relatos colhidos por JHFPORTO na época em que estas notícias eram divulgadas - "Impressões que tive ao ver a Brasil na época de seu lançamento" - José Horácio F. PORTO). -"Ela era uma moto muito bonita, grandalhona e inovadora, porque tinha transmissão por cardã, suspensão ceriane e outros detalhes bem atípicos do modelo, era novidade mas não saiu do projeto, porque ela acabou tornando-se a Kahena". A empresa Tepama, virou Tecpama, Técnica Paulista de Máquinas, e a BRASIL tornou-se KAHENA, moto moderna, bonita, mas com um grave defeito, uma mistura de estilos (sem estilo próprio), tendo sido uma moto que competiu com as importadas. A Amazonas tem um carisma muito grande e a Brasil e Kahena não conseguiu igualar-se a ela, embora a Kahena seja uma moto razoavelmente boa, estradeira, de baixa manutenção e razoavelmente forte, (relatos da imprensa na época).
KAHENA ST-1600
Conheça a maior moto nacional, com motor VW 1600 cc, exportada para o Japão e Europa. O primeiro contato com a Kahena "ASSUSTA". Seu porte grandalhão dá a impressão que somente um super atleta pode dominá-la. São 320kg. Felizmente, esta impressão logo se desfaz no momento de se posicionar sobre o banco. Apesar do estilo "touring sport", que lembra o desenho da Kawasaki ninja ZX-11, o guidon tem formato largo e alto, tornando a posição de pilotar bem próxima de uma custom. Perguntas mais freqüentes: 1) O motor é de fusca? resp: mais ou menos, porque parte do motor é alterada para receber um novo câmbio e um volante menor; 2) É difícil de de pilotar ? resp: não, ao contrário, com o centro de gravidade mais baixo em relação a uma moto comum, torna-se fácil de se equilibrar, mesmo em baixa velocidade; 3) tem marcha-a ré ? resp: sim, ajuda muito para estacionar: 4) Se cair ao chão, como fazer ? resp: se for parada, não há problema, pois ela não chega a deitar totalmente, ficando apoiada no protetor do motor, basta um empurrão para que ela volte à posição em pé: 5) Corre muito ? resp: na versão de 90cv, beira os 190km/h de velocidade máxima. A Kahena saiu três modelos 1) SS 1600 2) ST 1600 3) KAHENA CUSTOM 1600.
TMA - 1600 Renasce o Mito !
TMA - 400 kg de puro prazer ! Baseada no "Clássico imortal", a AMAZONAS, criamos a TMA 1600, com soluções técnicas modernas, mantendo as características e o visual que fizeram da Amazonas, o sucesso que é até hoje entre os aficionados do motociclismo. Trata-se de uma moto de grande porte, mas extremamente estável, mesmo a velocidades elevadas.
Fonte TMAmotos
História das Motos, Competições...
Mudam-se os tempos...
A História das Motos vai levar-nos numa viagem ao passado. Afinal, como começaram a surgir os grandes fabricantes de duas rodas? Seria este o negócio que queriam no início? Que dificuldades tiveram que passar? Existem sempre pormenores curiosos para descobrir... O Moto Esporte propõe-lhe uma incursão na História. Venha descobrir a "era jurássica" do mundo dos Motociclos!!!
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